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X de Charrua, a exposição acabou, o catálogo fica

Quando a exposição acaba, limpam-se e pintam-se paredes para dar lugar à próxima mostra. Fica o catálogo para a posterioridade.

A exposição de X de Charrua já passou à história da incansável Fundação Gulbenkian. A mostra reuniu 220 obras de António Charrua (1925-2008) mais meia centena de trabalhos de artistas como Bruce Nauman, Samuel Beckett, Eric Baudelaire, Damián Ortega, Ana Hatherly ou João Abel Manta.

Durante a exposição foi o catálogo que nos ajudou a guiarmo-nos na obra do artista, na linha de pensamento dos comissários, complementando a visita. Agora, como leitor, permite-nos parar de confiar na memória e consultar o registro impresso da amostra. E que bonita é a experiencia de relacionar o visto e vivido?

O exercício de design editorial num catálogo de arte não é fácil e muitas vezes passa desapercebido. É por isso que hoje tirámos da prateleira o projecto dos Vivoeusebio, que tão inteligentemente espelharam em letras e imagens esta merecida antología a Charrua.



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É um prazer revisitar as cores de O Dilema num miolo impresso em Freelife Cento. A sobrecapa, uma camisa que abraça o miolo também foi impressa em Good Paper, em Ispira Grigio Londra.

Obrigada por confiar nos nossos papéis para recriar esta experiência das salas do Centro de Arte Moderna, agora transformada numa bela experiência de leitura.

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